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15/05/2019 17:48

Sindipema presente na greve nacional da educação

A educação brasileira vem sofrendo duros, levianos e arquitetados ataques do governo Bolsonaro. Alimentando o plano obscuro de sucatear cada vez mais a educação pública e fortalecer o ensino privado, o governo federal anunciou cortes no repasse de verba para as universidades e institutos federais, além das escolas. Além disso, tenta retirar de nós, por meio de uma reforma catastrófica, um direito garantido pela constituição federal, que é o direito a aposentadoria.

Diante do cenário sombrio que paira sobre o país, o Sindipema aderiu a greve geral da educação e saiu às ruas hoje (15/05), em defesa da educação pública de qualidade e contra a reforma da previdência. Pela manhã, a categoria realizou um ato em frente a câmara de vereadores, onde entregou a cada parlamentar um ofício em defesa da previdência e a garantia do nosso piso salarial, que há três anos a atual gestão se nega a pagar.

A categoria reivindica o reajuste do piso salarial de 2017 e 2018, que não foi pago pelo prefeito Edvaldo Nogueira, e o deste ano, 2019, que foi reajustado no percentual de 4,17%, conforme divulgado pelo Ministério da Educação. Cobramos ainda melhores condições de trabalho e a aplicação de no mínimo 25% do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE, que o prefeito Edvaldo Nogueira também não cumpre.

Durante a tarde, na praça General Valadão, a categoria se uniu as centrais sindicais, aos sindicatos, movimentos sociais e a população para em uma só voz, num ato unificado, dizer não ao sucateamento da educação pública e não a reforma da previdência.

A educação é transformadora e libertadora. O governo de Bolsonaro sabe que uma educação pública de qualidade derruba o sistema. Nós resistiremos. Seguiremos na luta em defesa das escolas e universidades públicas. Nossa resistência permanece acesa, iluminando qualquer escuridão.

Ninguém solta a mão de ninguém.